sábado, 29 de outubro de 2011

Não dá pra viver sem estar unido ao Amor de Deus!


Não dá pra viver sem estar unido ao Amor de Deus!
Nunca se sinta isolado! Por mais que se sinta assim, você nunca está só. Nunca! Há um Deus bem aí no seu interior. E onde quer que você esteja: numa praia à beira mar ou no centro de uma grande cidade, num clube a sós consigo mesmo, sempre poderá sentir e pedir essa presença inteiror, viu?
E toda vez que estiver se sentindo com a sua divindade, vai ficar impossível se sentir isolado, com medo ou desamado! Tudo o que você tem a fazer é viver mais nessa Presença porque nela você encontrará a sua essência. Quanto mais imerso conseguir estar nessa Presença, mais inteiro, pleno, ligado e amado vai se sentir. É assim que funciona! 

Você sabe que lá no seu íntimo, há um poderoso sinal de amizade, uma ponte que jamais pode ser destruída. Mesmo que um desejo seu tenha sido frustrado, um sonho, ou mesmo se alguém ou alguma coisa de quem você dependia tenha desparecido, você sabe que pode contar com Ele. Sempre. Sempre Deus estará lá, em meio ao vazio, em meio à solidão. 

Há uma afinidade, uma amizade gostosa entre você e Ele. Dá pra sentir isso agora! Na presença Divina você age, vive e encontra a sua essência! 

E de novo vem aquela situação do homem que andando pela praia vê duas pegadas: a dele e de Deus. E nos momentos de dificuldade, depressão, angústia e tristeza, ele só vê um rastro. Achando que foi abandonado e pergunta: "Por que fui abandonado?" E a resposta é aquele que bem sabemos: " Eu jamais te abandonei e jamais vou te abandonar. Quando você viu apenas um rastro foi porque eu te carreguei." 

Você tem o direito de sentir a paz e a serenidade que acontecem enquanto está nesse mundo maravilhoso! Enquanto você estiver bebendo a água dessa Fonte, perceba que será saciado. Deus quer te proteger, te amar e te guiar, viu? Sinta isso na conexão que une você à Ele. Sinta a Paz e a serenidade que está acontecendo em você, pô! 

E por incrível que possa parecer, quando você está só e passando por uma provação maior, aí é que você está ainda mais unido a Deus. Você está ligado com a Inteligência Infinita onde quer que você esteja. Permita-se sentir mais a presença de Deus no seu íntimo. Não dá pra viver sem estar unido ao Amor de Deus.

Bom Dia! Fique bem! 

"Olhe mais para dentro de você e se desperte. Quem olha só para fora, vive sonhando"

AMO VCS!!!!

BOA SEMANA A TDS DA SUA FAMILIA AMIGOS E TDS QUE LEEM ESTA MENSAGEM...
QUE DEUS SEMPRE MOSTRE A VCS A VERDADE E O AMOR PELO PROXIMO MESMO QUE ELE NAO ESTEJE TÃO PROXIMO DE VCS!!!
FAÇA DA SUA VIDA UMA VIDA DE AMOR, FÉ, ESPERANÇA E DE MUITA SAÚDE.
FAÇA ESPORTE, CAMINHE, CONVERSE COM AMIGOS, FAÇA NOVOS AMIGOS MAIS NUNCA ESQUEÇA DOS PRINCIPAIS SUA FAMILIA TA... FIQUEM COM DEUS.


A esperança é cheia de
confiança.É algo maravilhoso
e belo,uma lâmpada iluminada
em nosso coração.É o motor da
vida.É uma luz na direção do
futuro...Tenha um lindo fds
.

LEIA!!!!!





Não se sinta triste por um
momento que já passou,
mas sinta-se feliz pelos
momentos que estão
por vir...
Pois a felicidade é um
dom que todos possuímos...




Mas poucos de nós
sabemos utilizá-los...
Sinta-se feliz por tudo que
a vida já lhe proporcionou,
por todos esses anos de
sua existência.

VEJA E LEIA!!!!



Aqui você encontrará algumas fotos de reconstrução mamária, a maravilhosa evolução da cirurgia plástica que resgata nosso maior símbolo de feminilidade. Mas não se esqueça: você só poderá realizá-la com a autorização de seu médico (após quimioterapia e radioterapia) ou em casos que a reconstrução é feita junto com a quadrantectomia ou mastectomia. Lembre-se: seu médico saberá o que é melhor para você, e nem sempre a cirurgia de reconstrução da mama pode ser feita junto com a de retirada do nódulo.
Leia em Leis & Direitos que o SUS realiza este tipo de cirurgia.
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Reconstrução: Quadrantectomia com fotos.
Reconstrução: Mastectomia com fotos.
Reconstrução Mamária: Palavra do Médico
Conheça mais sobre a sua cirurgia de Reconstrução Mamária
Reconstrução com Expansor Tecidual
Reconstrução com Retalhos do Músculo Grande Dorsal
Reconstrução com Retalhos de Musculatura Abdominal



Reconstrução: Quadrantectomia(Informações e fotos retiradas da revista: Cláudia Nº 5 Ano: 38 Maio/99)
 A técnica varia conforme a quantidade de mama retirada. Quando é pouca, pode se apenas remodelar o seio. Outra alternativa para casos de mamas médias ou grandes é utilizar o próprio tecido mamário da parte inferior do seio para preencher a depressão . Fica um cicatriz vertical ou em forma de "T" invertido e outra no local da reconstrução quando ela é na parte superior da mama. Se houve retirada de uma área grande, a solução é transportar a gordura e a pele das costas ou da região abaixo da axila para a mama. Nos casos em que a qualidade da pele é boa, pode-se optar ainda pelo implante de prótese. Ma maioria das vezes é necessário remodelar também a outra mama para deixar o par igual.
 Anestesia: geral. Duração: de 1 a 4 horas
Antes da retirada do tumor da mama esquerda.
Como sobrou bastante mama, o médico fez apenas remodelação e diminuiu a outra para igualar o par.
O mamilo foi feito com tecido da própria mama e a aréola com tatuagem.
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Reconstrução: Mastectomia(Informações e fotos retiradas da revista: Cláudia Nº 5 Ano: 38 Maio/99)
Uma parte do músculo, da gordura e da pele da região inferior do abdome é transferida para a área da mama. Quando a paciente é magra e não tem gordura abdominal em excesso, realiza-se implante de prótese, mas é preciso haver pele e ela deve estar em boas condições. Caso contrário, a solução é a técnica antiga - utilização de músculo, gordura e pele das costas. Entre 3 e 6 meses depois da reconstrução, a paciente passa por uma cirurgia de retoque e se preciso opera a outra mama para deixar as duas simétricas. Anestesia: geral.  Duração: de 3 a 10 horas
Após mastectomia do lado direito.
Reconstrução com músculo, gordura e pele do abdome.
Depois da cirurgia que refez o mamilo e a aréola com tatuagem.
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Reconstrução Mamária: Palavra do Médico(Dr. Gilberto Luiz Gonzalez Monteiro)
            É o nome dado a um grupo de cirurgias que visa a reparação de uma mama, total ou parcialmente.
            A necessidade da reconstrução de mama pode ser decorrente de:
1-) má formação congênita2-) deficiências de crescimento mamário por fatores traumáticos
3-) seqüelas de mastectomia total, parcial (quadrantectomias) ou de tumorectomias
4-) seqüelas de queimaduras
5-) necrose por infecção (por exemplo, em casos de mastite puerperal)
6-) outros
             Na prática clínica, temos a reconstrução decorrente de mastectomias (totais ou parciais) em torno de 90% dos casos.
            Este ramo da cirurgia plástica foi o que mais se desenvolveu nos últimos dez anos, proporcionalmente ao aumento da incidência do câncer de mama e na diminuição da faixa etária da população atingida.
            Graças ao avanço médico-tecnológico, dos exames diagnósticos, e da conscientização da população da necessidade de sua prevenção, hoje consegue- se um número de diagnósticos precoces muito grande, o que resultou em diminuição da quantidade de mastectomias totais, e aumento das quadrantectomias. Acima de tudo, obteve-se o mais importante: a cura.
            Todos estes fatores citados, juntamente com a percepção que o sentir- se “inteiro” eram benéficos para as pacientes no aspecto emocional, e que este, em equilíbrio, favorece o tratamento, optou-se por oferecer a reconstrução mamária mais precocemente (após a mastectomia) ou ainda imediata (junto com a mastectomia), de acordo com o caso.
            Várias são as técnicas que podem ser utilizadas, independente da opção imediata ou tardia, e que são:
1-) reconstrução mamária com expansores teciduais, seguido do uso de prótese
2-) reconstrução mamária com retalhos miocutâneos de músculo grande dorsal e prótese
3-) reconstrução mamária com retalho miocutâneo de músculos abdominais
4-) reconstrução mamária com retalhos micro-cirúrgicos
5-) reconstrução mamária com retalhos dermogordurosos de vizinhança e prótese
A escolha da técnica a ser utilizada vai depender principalmente:
1-) das condições locais de pele e músculos (área que vai receber o expansor ou retalhos)
2-) condições das áreas doadoras (costas, abdome, locais que cederão retalhos)
3-) biótipo (características físicas de quem necessita da cirurgia)
4-) forma e volume da mama oposta
5-) forma do tórax
6-) peso
Estes dados serão analisados pelo cirurgião a partir de sua própria experiência.
Obedecidos estes fatores, consegue-se obter bons resultados, e devolve-se assim à paciente melhores condições de saúde, bem estar e integração social e profissional.
O pós operatório é normalmente tranqüilo e os fatores limitantes variam de acordo com o porte da cirurgia, como por exemplo nos casos das próteses e expansores, geralmente 01 dia de internação e restrição mínima, e no caso do retalho abdominal, uma grande cirurgia, com 03 dias de internação em média, e uma grande restrição de esforço físico, e boa recuperação em torno de 30 dias.
Os riscos são inerentes às condições de cada paciente, e aumentam proporcionalmente ao aumento do porte da cirurgia.
Algumas destas cirurgias são feitas em um só tempo, e em outras 2 ou 3 tempos podem ser necessários.
Em boas condições, a reconstrução mamária imediata permite a continuidade do tratamento (quimioterapia e radioterapia) sem prejuízo à paciente.
Em conclusão, a reconstrução mamária é um procedimento seguro, cada vez mais adotado devido à sua importância, e capaz de devolver à mulher o bem estar, a auto estima e a vontade de viver, traduzido pela qualidade de vida recuperada e pela eliminação da sensação de mutilação.
Dr. Gilberto Luiz Gonzalez Monteiro
Formado pela Faculdade de Medicina de Petrópolis/RJ – em 1987
Especialização em cirurgia geral, no Serviço de Cirurgia de Ribeirão Preto/SP, e em cirurgia plástica no Serviço de Cirurgia Plástica do mesmo hospital.
Membro Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Cirurgião Plástico voluntário por 8 anos no Hospital Guilherme Álvaro de Santos (hospital estadual), onde desenvolveu o Departamento de Reconstrução Mamária, no Grupo de Mama do Serviço de Ginecologia da Faculdade de Ciências Médicas de Santos.
Consultórios:
São Paulo – R. Prof. Artur Ramos 241, cj. 22 Jardim Europa  Tel.: (11) 3819.0536
Santos      – R. Júlio Conceição 181       Clínica San Martin     Tel.: (13) 3224.4004


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Você vai, ao decidir fazer a reconstrução de sua mama, dar um passo muito importante em direção a um procedimento que, com certeza, lhe deixará de bem com sua aparência, alavancará sua auto estima e, porque não dizer, a deixará muito mais segura quando à sua estética.
De resultados físicos e psicológicos reconhecidos, você também pode optar por ela desde que converse com seu mastologista ou oncologista (eles a ajudarão a decidir a hora aconselhável para realiza-la), e com muito critério escolha um cirurgião plástico experiente no assunto, para que isso não seja um fator complicador no seu resultado cirúrgico. Sei que existem excelentes médicos dentro da Cirurgia Plástica, mas é bom sempre lembrar que a reconstrução mamária é um procedimento específico e direcionado a uma mulher que passará ou já passou por uma experiência por vezes traumatizante como a mastectomia, e por esse motivo tão importante, deve ser poupada da inexperiência de alguns profissionais.
Existem casos onde, com muita ética, os cirurgiões plásticos consultados reconhecem isso e indicam colegas experientes nesse tipo de cirurgia. Comigo aconteceu assim, e agradeci pela honestidade e profissionalismo de um querido médico conhecido em colocar sua impossibilidade de realiza-la de modo perfeito, dando-me a chance de conhecer um médico de gabarito, assim como acontecerá com você. Pode ser que haja na própria equipe de atendimento, um cirurgião plástico de confiança de seu médico, o que com certeza facilitará o contato e seu médico, já conhecedor dos resultados de outras pacientes, o indicará com segurança.
Não esqueça de levar ao cirurgião plástico cópia de seu exame anátomo patológico, além do encaminhamento do médico que a operou anteriormente.
Este, minha amiga, é mais um passo cuidadoso em direção ao seu restabelecimento, e mais uma vez você deverá pensar bem, ouvir indicações e procurar os resultados daquele que a ajudará a resgatar sua imagem, principalmente perante si própria.

Não esqueça de algo importante: seus documentos, guias de internação, autorizações, enfim, verifique ou peça a alguém que faça isso por você. Nada mais desagradável que ser surpreendida no ato da internação. Lembre-se que, atualmente, os convênios assim como o SUS, custeiam as despesas da cirurgia, mas por favor, veja tudo com antecedência.

Os cuidados pré operatórios são os mesmos de outras cirurgias, assim como as camisolas e pijamas que serão levados para o hospital, que devem seguir o mesmo critério de sua internação para realização da mastectomia: tudo fácil de vestir e de calçar, abertura na frente, roupas folgadas.
Você vai ficar mais bonita e elegante depois de toda essa trajetória, por isso mesmo poupe-se um pouco de detalhes quando estiver internada, facilite as coisas durante a sua recuperação.

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Esta é a técnica mais recente, mas nem por causa disso pode ser a melhor para o seu caso. Lembre-se que a avaliação médica vai constatar qual recurso será utilizado com mais sucesso em você, e a confiança no médico é fundamental em mais essa etapa de seu tratamento.
É importante dizer que nem todos os convênios pagam pelo expansor, e você deve se informar com antecedência sobre essa possibilidade, e talvez até, sobre o preço dos expansores e próteses.
Em geral utilizada em pacientes com mamas menores e estrutura física que não seja grande.
É colocado, durante a mastectomia ou em uma outra data posterior, o expansor tecidual, que tem a aparência de uma prótese vazia. Ele vai receber injeções de soro fisiológico semanalmente, a critério médico, até que seja cheio de modo gradual e vai ser hiperexpandido, pois ao ser retirado para a colocação da prótese de silicone, há uma retração local que é normal.
Essas injeções de soro são ministradas em uma válvula que o expansor possui, que fica debaixo de sua pele, num local onde seu médico facilmente a identificará. São praticamente indolores.
Você deverá deixar de dormir de bruços enquanto estiver usando o expansor, mesmo porque ele mesmo dificultará essa posição, que pode ser a sua preferida. Mas se este é seu caso, lembre-se: você vai ficar muito bem depois de finalizado o tratamento, e este pequeno incômodo para dormir valerá a pena...
Ainda no pré operatório a tricotomia axilar deve ser deixada para que as funcionárias da enfermagem a realizem. Você poderá estar ansiosa, ou até mesmo nervosa, e o local não pode ser machucado, lembra-se ?
No pós operatório seu curativo será trocado no dia seguinte, e seu banho poderá ser parcial por 2 dias, dependendo da orientação do seu médico. Os movimentos de seu braço poderão ficar um pouco limitados, mas por pouco tempo. Pouco tempo também é o de internação: somente 1 dia, em média.
Se nesta cirurgia não for feita a aréola e mamilo, ou mesmo se a simetria das mamas não esteja ideal, pode ser necessário mais um tempo cirúrgico. Por este e outros motivos o diálogo com seu médico deve ser franco, aberto, esclarecedor, para que você vá para a cirurgia ciente do que acontecerá, e principalmente, de tudo que pode esperar.
Boa sorte, minha amiga.

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Com cuidados pré operatórios iguais aos acima detalhados, esta técnica faz com que você fique com o dreno no pós operatório na frente e nas costas, durante aproximadamente 10 dias, dependendo de cada caso.
Pode ser necessário mais um tempo cirúrgico para simetria das mamas e colocação de aréola e mamilo. É muito importante lembrar que o volume mamário, após a 1a. etapa da reconstrução, pode ser modificado para um efeito estético melhor, em outra cirurgia.
Os movimentos do braço ficam parcialmente limitados, mas também por pouco tempo. O banho pode ser parcial por 2 dias, à critério médico, e o tempo de internação é de 3 dias em média.
O dreno voltará a ser seu companheiro no pós operatório de 7 a 10 dias, você vai cuidar dele como quando foi operada para retirada do câncer. Desta vez será mais fácil, afinal você está definitivamente se recuperando
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Nos casos de reconstrução com uso de retalho reto abdominal, seu médico provavelmente indicará alguns exercícios específicos para que você os faça nos 20 a 30 dias anteriores à cirurgia. Esses exercícios são para garantir um bom reposicionamento dos órgãos internos, e devem ser realizados de acordo com a orientação médica. Nem pense em deixar de faze-los, pois a única prejudicada será você mesma, no resultado que verá em seu próprio corpo.
A tricotomia será axilar, pubiana e talvez abdominal, dependendo da indicação médica. Deixe-a também a cargo da enfermagem.
Um retalho (como se fosse uma faixa) de tecido abdominal localizado abaixo do umbigo é retirado com a função de utilizá-lo para preencher o volume mamário. Internamente, o músculo abdominal é levado até o local onde será fixado, definindo assim a reconstrução. É uma cirurgia de grande porte, com tempo maior de internação (3 dias, aproximadamente), você ficará com um dreno pubiano e outro na região da mama, que acompanharão você por até 10 dias (sempre dependendo do caso).
Pode ocorrer uma necessidade de curvar-se para frente ao levantar e andar, e isso será correspondente ao volume retirado e disponibilidade de pele na região doadora. Esse incômodo é passageiro, e você deve lembrar-se que, ao reconstruir sua mama com essa técnica, perderá parte ou toda a barriguinha indesejável que possui, será muito bom !!!
Você terá pontos a serem retirados no abdome e mama, e assim como nos outros casos, poderá necessitar de mais tempos cirúrgicos. Além do mais, o volume resultante dessa 1a. etapa cirúrgica pode ser modificado numa 2a. cirurgia, não é definitivo (aliás, em todos os casos isso pode acontecer). A aréola e mamilo também serão colocados em outra oportunidade.
Converse muito com seu médico. Você agora estará caminhando mais depressa ao encontro de algo que a deixará mais satisfeita com seu corpo, mas deixe claro que deseja saber quais serão os resultados da cirurgia, pois muitas mulheres colocam uma imensa expectativa na reconstrução, enquanto que seu maior problema é psicológico.
A reconstrução, como já foi amplamente falado, ajuda muito, mas não deve ser considerada e tratada como sua tábua de salvação. Você tem que estar bem para recebe-la, valorizar seu resultado, o empenho do cirurgião plástico, e reconhecer que mais uma vez algo maravilhoso foi feito visando reintegrá-la ainda mais ao seu mundo social e pessoal, principalmente.
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Quais são os tumores cerebrais benignos e malignos!!!



Quais são os tumores cerebrais benignos e malignos?


Os tumores cerebrais podem ser benignas ou malignas:
tumores cerebrais benignos não contêm células cancerosas:
Habitualmente, tumores benignos podem ser removidos, e eles raramente voltam a crescer.
A fronteira ou borda de um tumor cerebral benigno pode ser claramente visto. As células dos tumores benignos não invadem os tecidos à sua volta ou se espalhar para outras partes do corpo. Contudo, tumores benignos, pode pressionar em zonas sensíveis do cérebro e causar sérios problemas de saúde.
Ao contrário dos tumores benignos na maioria das outras partes do corpo, Os tumores cerebrais benignos são, por vezes fatais.
Muito raramente, um tumor cerebral benigno pode se tornar maligno.
Os tumores cerebrais malignos conter células cancerosas:
tumores cerebrais malignos são geralmente mais graves e muitas vezes são fatais.
Eles tendem a crescer rapidamente e uma multidão ou invadir o tecido cerebral circundante saudável.
Muito raramente, as células cancerosas podem quebrar longe de um tumor maligno no cérebro e se espalhou para outras partes do cérebro, para a medula espinhal, ou mesmo para outras partes do corpo. A propagação do cancro é chamado de metástase.
Algumas vezes, um tumor maligno não se estende para o tecido saudável. O tumor pode ser contido dentro de uma camada de tecido. Ou os ossos do crânio ou outra estrutura na cabeça pode confiná-la. Este tipo de tumor é chamado encapsulado.
O grau de malignidade
Médicos, por vezes, grupo de tumores cerebrais por grau – de baixo grau (grau I) de alto grau (Grau IV). O grau de um tumor se refere à maneira que as pilhas olham sob um microscópio. Células de tumores de alto grau olhar mais anormal e geralmente crescem mais rapidamente do que células de tumores de baixo grau.

Tumores Intracranianos (Tumores Cerebrais )


Tumores Intracranianos 
(Tumores Cerebrais )


O que são tumores?

Tumor é um termo que indica aumento anormal de um tecido ou de uma região do corpo humano. Pode ser assustador ouvir este nome se associá-lo a câncer intratável e até mesmo a morte antes do previsto. Pode realmente ser uma doença maligna, no entanto, também pode ser uma doença benigna, tratável e que as vezes nem mesmo precisa de intervenção médica, apenas observação. Um tumor geralmente se forma a partir de uma célula defeituosa que se multiplica desordenadamente produzindo outras com o mesmo defeito e resultando no aumento do tecido. O tumor benigno, ao contrário do maligno, geralmente cresce lentamente, sem destruir muito os tecidos ao seu redor e sem enviar metástases para outros órgãos. Metástases geralmente ocorrem quando um tumor invasivo atinge o sangue e, células são transportadas para pontos do corpo distantes do tecido de origem, onde podem crescer e formar outras colônias tumorais.
Um tumor intracraniano é formado por divisões de células anormais que se encontram dentro do crânio: células ósseas, gliais e meníngeas, neurônios, vasos sanguíneos, nervos cranianos, glândulas e células malignas provenientes de câncer em outros órgãos. O tipo de tumor depende do tipo de célula que ele deriva.
Existem, portanto, diversos tipos de tumores intracranianos, cada um com evolução e características própria. Doenças que podem ser desde facilmente curáveis até rapidamente fatais. A consulta com o neurocirurgião é essencial para esclarecer todas as dúvidas, tipos de tratamento e evolução esperada.

Os tumores cerebrais podem ser hereditários ou genéticos? Quais as causas? 
Os tumores cerebrais raramente são hereditários, ou seja, presentes em mais de um membro da família. Algumas exceções são os tumores do sistema nervoso central associados a síndromes genéticas como a Neurofibromatose, a Doença de Von-Hippel-Lindau e a Cavernomatose familiar.
Foram identificados genes que podem facilitar o surgimento de tumores pelo corpo; e genes que impedem naturalmente a formação de tumores, destruindo células defeituosas. Portanto, tumor pode ser considerado “genético”, mas sua formação é multifatorial, ou seja, além de uma predisposição genética existem outras causas para seu surgimento.  Por exemplo, a radiação que é utilizada para radioterapia, ou mesmo para exames como o Rx e Tomografia, podem ser a causa de alguns tumores. Outra hipótese é a influência de infecções virais e de substâncias químicas. No caso do câncer de pulmão as substâncias químicas presentes no cigarro são sabidamente cancerígenas.

Quais são os tumores intracranianos?
                                                                                                                                  
Tumores intracranianos podem ser formados pelas estruturas que ocupam a caixa craniana como o osso, meninges (membranas que revestem o cérebro), cérebro, nervos cranianos e vasos sanguíneos; ou por metástases de tumores originários de outros órgãos do corpo. 


  
                                                                                                                                          
Metástase Cerebral de Tumor Pulmonar
 
As metástases,  totalizam cerca de metade dos tumores que afetam o cérebro. Os locais de origem mais freqüentes no adulto são o pulmão, mama, pele (melanoma) e próstata. Em crianças: tumores do sangue (leucemia), do sistema linfático (linfoma), dos ossos (sarcoma osteogênico e de Ewing) e dos músculos (rabdomiosarcoma). Nesses casos, o tratamento deve ser voltado tanto para a lesão cerebral como para o órgão que originou o tumor.
O crânio é fonte de diversos tipos de tumores, a maioria deles benignos: osteoma osteóide, osteoblastoma, osteosarcoma, fibroma ossificante, granuloma eosinofilico, cisto ósseo aneurismático. O problema é geralmente identificado como um “caroço” crescendo na cabeça. Muitas vezes o tratamento consiste apenas na observação do desenvolvimento da lesão e a cirurgia pode resolver a maioria dos casos que apresentam crescimento progressivo ou que estejam causando sintomas.
Os meningeomas ou meningiomas, são originados nas membranas que revestem o cérebro (meninges) e estão entre os mais comuns. Como estão localizados logo abaixo do crânio, eles costumam crescer e comprimir o cérebro. A cirurgia é o tratamento mais eficaz para esse tipo de tumor e geralmente é possível a remoção total com cura da doença. Algumas vezes, estas lesões se comportam como malignas, nestes casos outros tratamentos como a radioterapia podem ser utilizados.


         
                            
Meningioma da Base do Crânio
Existem diversas células que compõem o cérebro e podem gerar os mais diferentes tumores. Infelizmente, o tipo mais comum, responsável por aproximadamente metade dos tumores primariamente cerebrais, é o glioblastoma multiforme (GBM). Este tumor maligno é bastante agressivo, com grande poder de infiltração dos tecidos ao seu redor. Por não existir tratamento curativo, a cirurgia precisa ser complementada com radioterapia e, as vezes, quimioterapia. Apenas um em cada cinco pacientes com esse tipo de tumor sobrevive mais de dois anos. Em crianças, um tumor maligno e bastante freqüente é o meduloblastoma, nestes a cura vai depender do estágio em que a doença foi descoberta, do grau de ressecção da lesão e da resposta ao tratamento complementar à cirurgia (radioterapia e quimioterapia).


                                                                                                                                              
Glioblastoma Multiforme (GBM)


                                                                                                                                                  
Existem outros tipos de tumores originados nas células cerebrais que podem variar de benigno a maligno, dependendo do grau de diferenciação de suas células. São eles: glioma, astrocitoma, oligodendroglioma, oligoastrocitoma, ependimoma, neurocitoma, gangliogliomas, ganglioneuromas. Existe uma escala da Organização Mundial de Saúde (OMS) para classificar os tumores: os benignos são grau 1 e os mais malignos como os GBMs são grau 4. O grau 2 pode ser considerado 10 vezes mais maligno que o grau 1; o grau 3, 100 vezes mais; e o grau 4, 1000 vezes mais maligno que o grau 1.
Os tumores grau 1 como o astrocitoma pilocítico, o ependimoma grau 1, o xantoastrocitoma, o ganglioglioma e ganglioneuroma podem ser curados se forem retirados totalmente na cirurgia. É importante salientar que se a retirada total do tumor for causar algum dano neurológico ao paciente, é preferível deixar um pouco de tumor mantendo o paciente sem novos sintomas.
Os tumores dos nervos cranianos mais comums são os schwannomas, neurinomas ou neurilenomas que geralmente acometem os nervos vestibular, acústico e facial. Os sintomas do neurinoma do acústico ou schwannoma vestbular podem ser perda auditiva, tontura, zumbido e perda de equilíbrio. O tratamento cirúrgico é geralmente eficaz. Existe também a alternativa da radiocirurgia quando a cirurgia não pode ser realizada.
Os vasos sanguíneos também podem gerar tumores, geralmente são lesões benignas como o hemangioblastoma. No sentido amplo da palavra tumor, ou seja, algo com efeito expansivo, os cavernomas (angiomas cavernosos) e malformações artério-venosas podem ser considerados tumores e são passíveis de tratamento cirúrgico.

Quando desconfiar de um tumor?

Os sintomas dependem principalmente de onde está situado o tumor e da velocidade de seu crescimento. Quando o tumor é muito agressivo, pode causar dor de cabeça muito forte associada a vômitos e letargia (sonolência excessiva), nestes casos a procura pelo neurocirurgião deve ser imediata. Seguem as manifestações neurológicas que devem estimular o paciente a procurar um especialista e que podem estar relacionadas a tumores no sistema nervoso central:
• desmaios e crises epilépticas (epilepsia), 
• perda de força (paralisias, plegia ou paresia),
• formigamentos (parestesias) e outras alterações da sensibilidade,
• alterações visuais (perdas visuais, visão dupla, pontos luminosos) e alterações da fala (gagueira, afasia), 
• alterações do estado mental (confusão, agitação), perda de memória, 
• tonturas, alterações do equilíbrio e marcha, 
• movimentos involuntários (tremores, tics),
• alteração do humor (irritabilidade, depressão).

Entretanto, esses sintomas podem estar presentes em doenças mais simples e comuns. Por exemplo, existem mais de 150 tipos diferente de dor de cabeça e a minoria delas está relacionada a uma doença neurológica grave, e ainda, 80% dos adultos vão ter, pelo menos uma vez na vida, um tipo de dor de cabeça que pode ser bastante intensa e incomodativa, e não estar relacionada a lesão estrutural no cérebro De uma maneira geral, podemos considerar que quanto mais antiga for a dor de cabeça mais benigna ela é. Nos casos de tumor a dor costuma ser de inicio recente e evoluir com piora progressiva além de estar freqüentemente associada a outros sintomas ou sinais no exame neurológico.
Sintomas neurológicos súbitos estão geralmente associados a uma doença vascular como o derrame (AVC), os tumores costumam causar piora progressiva dos sintomas apresentados.

Como se faz o diagnóstico?

A suspeita diagnóstica é feita através da história clínica e do exame neurológico. A partir daí, o neurocirurgião ou neurologista solicitam os exames complementares mais pertinentes para cada caso, que podem ser: Ressonância Nuclear Magnética (RNM), Tomografia Computadorizada (TC) e Arteriografia dos vasos cerebrais.

Qual o tratamento?

O tratamento depende do tipo de tumor, da localização, da idade do paciente e dos sintomas apresentados. As alternativas são: observação, cirurgia, radioterapia, quimioterapia e radiocirurgia.
Em situações específicas é possível fazer o acompanhamento da doença sem necessidade de submeter o paciente a qualquer tratamento, por exemplo, nos casos de meningiomas muito pequenos.
Geralmente, a cirurgia é o primeiro passo no tratamento dos tumores intracranianos. Sua finalidade é a remoção do máximo de tumor possível sem criar novos danos neurológicos ao paciente. Alguns tumores podem ser curados somente com cirurgia.
A radioterapia é um tratamento complementar onde as células tumorais são irradiadas e destruídas. Utiliza-se uma fonte externa de material radioativo que é direcionada para a lesão. Quanto mais rápido for o crescimento tumoral, maior a eficácia desse tratamento. O radioterapeuta é o médico especialista neste tipo de tratamento e a dose e área a ser irradiada depende da avaliação conjunta deste médico com o neurocirurgião. 
A quimioterapia se refere ao uso de medicações injetáveis ou orais que atingem as células tumorais. Na maioria dos tumores intracranianos primários a quimioterapia é apenas adjuvante, ou seja complementar. Mas em alguns casos de tumores com origens em outros órgãos, como por exemplo o germinoma ou linfoma, a quimioterapia é muito importante e decisiva para o tratamento. O oncologista é o médico especialista, responsável por escolher as melhores medicações e dosagens a serem administradas para cada caso.
A radiocirurgia, apesar do nome, não envolve corte ou necessidade de anestesia,  funciona como uma radioterapia em que a dose é concentrada em um pequeno ponto, em uma ou poucas sessões, com mínimo efeito no tecido normal ao redor do tumor. Esse tipo de tratamento é reservado para os casos em que o tumor é pequeno, pouco infiltrativo e localiza-se suficientemente distante de estruturas sensíveis a radiação como o nervo óptico por exemplo.

Conclusões

Existem portanto mais de uma centena de tumores que acometem o espaço intracraniano, converse com oneurocirurgião para obter o máximo de informações a respeito de sua doença, afinal, se a medicina ainda não pode curar todos os tumores, o médico deve ao menos fornecer informações e proporcionar conforto ao paciente aliviando o sofrimento e tratando os sintomas.
O tratamento deve ser individualizado e contar com o apoio multiprofissional, visando sempre a melhor qualidade de vida do paciente e de seus familiares.