domingo, 2 de setembro de 2012



Existem vários sintomas da síndrome do pânico que vamos enumerar já a seguir. Antes disso é necessário entender que a síndrome do pânico é uma doença do foro psicológico. Pode haver uma má interpretação dos sintomas o que leva a um agravamento da situação.
Se você olhar para os sintomas e está à procura e quer encontrar um problema psicológico… você vai encontrar esse problema mesmo que ele não exista. Entrar em pânico porque você pensa que tem a síndrome do pânico acontece e isso vai piorar a sua situação se encarar a doença como incurável.
O desafio do tratamento da síndrome do pânico não é uma tarefa impossível. Não se preocupe porque a síndrome do pânico é uma doença que tem tratamento e não são necessários remédios ou medicamentos.
A síndrome do pânico está ligada à ansiedade generalizada. Um ataque de pânico começa a ganhar força muitas horas antes do próprio ataque. Os ataques de pânico ganham força da ansiedade que se acumula ao longo das horas e dos dias. A ansiedade é definida como um estado de apreensão ou medo, provocado pela antecipação de uma ameaça, incidente ou situação, sejam elas reais ou imaginárias.
A ansiedade é uma das emoções humanas mais comuns durante a vida. No entanto, a maioria das pessoas que nunca teve um ataque de pânico, ou extrema ansiedade, não consegue compreender a natureza assustadora dessa experiência.
Alguns dos sintomas da síndrome do pânico são tonturas extremas, visão embaçada, formigueiro, falta de ar – e isso é apenas o começo! Quando estas sensações acontecem e as pessoas não sabem a razão, acham que contraíram uma doença ou algum grave problema mental. A ameaça de perder completamente o controle parece bastante real e, naturalmente, assustadora.
Estes são alguns dos sintomas da síndrome do pânico:
  • Tonturas que levam ao pânico.
  • Arrepios e calores seguidos de ansiedade.
  • Falta de ar e apertos na garganta e no peito.
  • Falta de conexão com o que se passa à sua volta.
  • Preocupações obsessivas e pensamentos indesejados.
  • Batimento cardíaco muito rápido e formigueiros no corpo.
  • Um medo aterrorizador que o pânico vai fazer você passar dos limites.
Estas são algumas situações que podem acontecer a pessoas que tem síndrome do pânico:
  • Ir parar ao pronto-socorro ou ao hospital porque pensou que estava a ter um ataque cardíaco, mas afinal era ansiedade.
  • Medo de parar de respirar porque tem um aperto no peito e a respiração irregular.
  • Medo dirigir e ficar parada no trânsito, numa ponte ou num sinal vermelho.
  • Nervosismo e medo de perder o controlo e ficar maluca.
  • Ter pensamentos ansiosos que não consegue parar.
  • Desconforto em lugares fechados como shoppings, super mercados, cinemas, transportes públicos.
  • Nervosismo e ansiedade em situações que antes eram normais.
A síndrome do pânico, ataques de pânico e ansiedade generalizada são problemas graves mas existem vários métodos de tratamento. Para eliminar totalmente os ataques de pânico o tratamento deve ser feito sem medicamentos pois são só forma temporária de atenuar os sintomas. Para saber mais sobre os efeitos da síndrome do pânico veja os artigos sobre asmanifestações físicas, as manifestações mentais e os tratamentos da síndrome do pânico.
Também é bom desmistificar os mais variados mitos do síndrome do pânico, pois muitas pessoas espalham estas falsidades que não ajudam nada quem sofre deste grave problema.
Para um tratamento efectivo da síndrome do pânico é necessário entender a doença e criar uma mentalidade de calma e controlo.
Tentar resolver este problema com medicação não é uma solução permanente e só vai adiar o problema por tempo indefinido. Tudo isso é possível com alguma dedicação para entender melhor este problema e assim é possível vencer o problema da ansiedade.
Para saber mais sobre o síndrome do pânico subscreva à nossa Newsletter para receber dicas grátis no seu email. Este acompanhamento regular é a melhor forma de você aprender mais sobre este problema e finalmente vencer a síndrome do pânico.

  • Ir parar ao hospital porque pensou que estava a ter um ataque cardíaco, mas afinal era ansiedade.
  • Medo de parar de respirar porque tem um aperto no peito e a respiração irregular
  • Medo dirigir e ficar parada no trânsito, numa ponte ou num sinal vermelho?
  • Você fica nervosa e tem medo de perder o controlo e ficar maluca?
  • Você tem pensamentos ansiosos que não consegue parar?
  • Sente-se desconfortável em lugares fechados como shoppings, super mercados, cinemas, transportes públicos?
  • Nervosismo e ansiedade em situações que nunca a perturbaram antes?

  • Tonturas que levam ao pânico
  • Arrepios e calores seguidos de ansiedade
  • Falta de ar e apertos na garganta e no peito
  • Falta de conexão com o que se passa à sua volta
  • Preocupações obsessivas e pensamentos indesejados
  • Batimento cardíaco muito rápido e formigueiros no corpo
  • Um medo aterrorizador que o pânico vai fazer você passar dos limites?


O que é Síndrome do pânico?

A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem ataques repetidos de medo intenso de que algo ruim aconteça de forma inesperada.

Causas

A causa é desconhecida A genética pode ser um fator determinante. Pesquisas indicam que, se um gêmeo idêntico tem síndrome do pânico, o outro gêmeo também desenvolverá o problema em 40% das vezes. No entanto, a síndrome do pânico em geral ocorre sem que haja nenhum histórico familiar.
A síndrome do pânico é duas vezes mais comum em mulheres do que em homens. Os sintomas normalmente começam antes dos 25 anos, mas podem ocorrer depois dos 30. Embora a síndrome do pânico ocorra em crianças, ela normalmente não é diagnosticada até que as crianças sejam mais velhas. Exames
Muitas pessoas com síndrome do pânico buscam tratamento primeiro no pronto-socorro, pois os ataques de pânico parecem ataques cardíacos.
O médico realizará um exame físico, incluindo uma avaliação psiquiátrica.
Serão realizados exames de sangue. Outras doenças devem ser descartadas antes de diagnosticar a síndrome do pânico. Devem ser considerados distúrbios relacionados a abuso de drogas, pois os sintomas podem ser iguais aos de ataques de pânico.
Síndroma de insuficiência respiratória aguda

A inflamação subsequente pode levar à formação de tecido cicatricial. Como consequência disso, os pulmões não podem funcionar normalmente.



A síndroma de insuficiência respiratória aguda (também chamada síndroma de dificuldade respiratória do adulto) é um tipo de insuficiência pulmonar provocada por diversas perturbações que causam a acumulação de líquido nos pulmões (edema pulmonar).
Este síndroma é uma urgência médica que pode verificar-se em pessoas que anteriormente tinham pulmões normais. Apesar de, às vezes, se chamar síndroma de dificuldade respiratória do adulto, esta afecção também pode manifestar-se nas crianças.
Causas
A insuficiência respiratória pode ser causada por qualquer doença que afecte directa ou indirectamente os pulmões. Aproximadamente um terço das pessoas que sofrem desta síndroma desenvolvem-na em consequência de uma infecção grave e extensa (sepsia).
Quando os pequenos sacos de ar (alvéolos) e os capilares do pulmão ficam afectados, o sangue e o líquido escapam pelos espaços que se encontram entre os alvéolos e, finalmente, passam para o interior dos próprios alvéolos.
Sintomas e diagnóstico
Geralmente, a síndroma da insuficiência respiratória aguda ocorre entre as 24 horas e as 48 horas depois de ter acontecido a lesão original ou a doença. O doente sente no início falta de ar, geralmente com uma respiração rápida e pouco profunda. O médico pode ouvir sons crepitantes ou sibilantes nos pulmões com um fonendoscópio. A pele pode aparecer manchada ou azulada devido à baixa concentração de oxigénio no sangue e a função de outros órgãos como o coração e o cérebro pode ser afectada.
A análise dos gases no sangue arterial evidencia a baixa concentração de oxigénio (Ver secção 4, capítulo 32) e as radiografias do tórax mostram líquido em espaços que, em condições normais, deveriam conter ar. Pode ser necessário efectuar exames complementares para confirmar que a insuficiência cardíaca não é a causa do problema.
Complicações e prognóstico
A falta de oxigénio causada por esta síndroma pode produzir complicações noutros órgãos pouco tempo depois do início da doença ou, se a situação do doente não melhorar, ao fim de dias ou de semanas. A carência prolongada de oxigénio pode causar complicações tão graves como a insuficiência renal. Sem um tratamento imediato, a falta grave de oxigénio provocada por esta síndroma causa a morte em 90 % dos casos. No entanto, com tratamento adequado podem sobreviver cerca de 50 % das pessoas que sofrem da síndroma de insuficiência respiratória.
Dado que são menos resistentes às infecções pulmonares, é frequente que os afectados pela síndroma de insuficiência respiratória do adulto sofram uma pneumonia bacteriana em algum momento do curso da doença.
Tratamento
As pessoas que sofrem desta síndroma recebem tratamento na unidade de cuidados intensivos. A administração de oxigénio é fundamental para corrigir os valores baixos do mesmo. Quando o oxigénio fornecido com uma máscara não é suficiente, deve usar-se um ventilador mecânico. Este aparelho fornece oxigénio à pressão através de um tubo inserido no nariz, na boca ou na traqueia: essa pressão ajuda a forçar a passagem de oxigénio para o sangue. Pode regular-se a pressão para ajudar a manter abertos os alvéolos e as vias aéreas inferiores e para se assegurar de que os pulmões não recebem uma concentração excessiva de oxigénio. Este último aspecto é importante, porque uma concentração excessiva de oxigénio pode lesar os pulmões e agravar a síndroma de insuficiência respiratória do adulto.
Também são importantes outros tratamentos de apoio, como a administração de líquidos ou de alimentos por via endovenosa, porque a desidratação ou a desnutrição podem aumentar as probabilidades de que vários órgãos deixem de funcionar (processo chamado falência multiorgânica). O êxito dos tratamentos adicionais depende da causa subjacente da síndroma de insuficiência respiratória do adulto. Por exemplo, os antibióticos administram-se para combater a infecção.
De modo geral, as pessoas que respondem imediatamente ao tratamento restabelecem-se por completo quase sem qualquer alteração pulmonar a longo prazo. No caso de um tratamento de longa duração com respiração assistida, os doentes são mais propensos a formar tecido cicatricial nos pulmões. Esse processo pode melhorar poucos meses depois de ter deixado o ventilador.
Causas de insuficiência respiratória aguda
Uma infecção grave e extensa (sepsia)
Pneumonia
Pressão arterial muito baixa (choque)
Aspiração (inalação) de alimentos para o interior do pulmão
Várias transfusões de sangue
Lesão pulmonar provocada pela respiração de concentração de oxigénio elevadas
Embolia pulmoar
Lesões do tórax
Queimaduras
Afogamento quase total
Cirurgia derivativa (bypass) cardiopulmonar
Inflamação do pâncreas (pancreatite)
Sobredosagem de uma droga ou de um fármaco (como heroína, metadona, propoxifeno ou aspirina)

Provas para o diagnóstico das doenças


As provas para detectar doenças respiratórias servem para uma avaliação pormenorizada da função pulmonar e cada uma das provas avalia um aspecto diferente da função pulmonar.
Um conjunto de provas denominado provas de função respiratória mede a capacidade de retenção do ar, assim como as capacidades inspiratória, expiratória e de troca de oxigénio e de anidrido carbónico. Essas provas são mais adequadas para determinar o tipo e a gravidade das perturbações pulmonares do que para definir a causa específica da afecção. No entanto, utilizam-se para diagnosticar algumas doenças como a asma. As provas de função respiratória incluem a capacidade pulmonar e a velocidade de débito, a prova de débito-volume, a avaliação da força muscular e a medição da capacidade de difusão.

Biologia dos pulmões e das vias respiratórias


O aparelho respiratório começa no nariz e na boca e continua pelas outras vias respiratórias até aos pulmões, onde se troca o oxigénio da atmosfera com o anidrido carbónico dos tecidos do organismo. Os pulmões são os dois maiores órgãos do aparelho respiratório; a sua forma é semelhante a duas grandes esponjas que ocupam a maior parte da cavidade torácica. O pulmão esquerdo é ligeiramente menor que o direito porque partilha o espaço com o coração, no lado esquerdo do tórax. Cada pulmão está dividido em secções (lobos). O pulmão direito é composto por três lobos e o esquerdo por dois.
O ar entra no aparelho respiratório pelo nariz e pela boca e chega à garganta (faringe) para alcançar a caixa que produz a voz (laringe). A entrada da laringe está coberta por um pequeno fragmento de tecido muscular (epiglote) que se fecha no momento da deglutição, impedindo assim que o alimento se introduza nas vias respiratórias.
A traqueia é a maior das vias respiratórias; começa na laringe e acaba por se bifurcar nas duas vias aéreas de menor calibre (brônquios) que conduzem aos pulmões. Os brônquios dividem-se sucessivamente num grande número de vias aéreas, cada vez de menor tamanho (bronquíolos), sendo os ramos terminais mais finos (de apenas 5 mm de diâmetro). Esta parte do aparelho respiratório é conhecida como árvore brônquica, pelo seu aspecto de árvore ao contrário.
Na extremidade de cada bronquíolo encontram-se dezenas de cavidades cheias de ar, com a forma de pequeníssimas bolhas (alvéolos), semelhantes a cachos de uvas. Cada um dos pulmões contém milhões de alvéolos e cada alvéolo está rodeado por uma densa malha de capilares sanguíneos. O revestimento das paredes alveolares é extremamente fino e permite a troca entre o oxigénio (que passa dos alvéolos para o sangue dos capilares) e uma substância de desperdício, o anidrido carbónico (que passa do sangue dos capilares para o interior dos alvéolos).
A pleura é uma dupla camada de membrana serosa que facilita o movimento dos pulmões em cada inspiração e expiração. Envolve os dois pulmões e, ao dobrar-se sobre si própria, reveste a superfície interna da parede torácica. Normalmente, o espaço entre as duas camadas lubrificadas da pleura é mínimo e durante os movimentos respiratórios deslocam-se facilmente uma sobre a outra.
Os pulmões e demais órgãos do tórax estão alojados numa caixa óssea protectora constituída pelo esterno, pelas costelas e pela coluna vertebral. Os 12 pares de costelas curvam-se à volta do tórax. Na parte dorsal do corpo, cada par está ligado com os ossos da coluna vertebral (vértebras). Na parte anterior, os sete pares superiores de costelas unem-se directamente ao esterno por meio das cartilagens costais. O oitavo, o nono e o décimo par de costelas unem-se à cartilagem do par imediatamente superior; os dois últimos pares são mais curtos e não se unem na sua parte anterior (costelas flutuantes).
Os músculos intercostais, situados entre as costelas, colaboram com o movimento da caixa torácica, participando desse modo na respiração. O diafragma, o músculo mais importante da respiração, é um tabique muscular em forma de sino que separa os pulmões do abdómen. O diafragma adere à base do esterno, à parte inferior da caixa torácica e à coluna vertebral. Quando se contrai, aumenta o tamanho da cavidade torácica e, portanto, os pulmões expandem-se.
Interior dos pulmões e das vias respiratórias

Síndroma de Wolff-Parkinson-White


A síndroma de Wolff-Parkinson-White é uma arritmia cardíaca em que os impulsos eléctricos são conduzidos ao longo de uma via acessória desde as aurículas aos ventrículos, o que provoca episódios de taquicardia.
A síndroma de Wolff-Parkinson-White é a mais frequente das perturbações que afectam as vias acessórias. Embora estejam presentes no nascimento, estas vias acessórias só conduzem os impulsos através do coração em algumas ocasiões. Podem manifestar-se de forma precoce, durante o primeiro ano de vida ou tardiamente, por exemplo, aos 60 anos.
Sintomas e diagnóstico
A síndroma de Wolff-Parkinson-White provoca episódios súbitos de taquicardia com palpitações. Durante o primeiro ano de vida, os bebés podem começar a mostrar sintomas de insuficiência cardíaca se o episódio for prolongado. Por vezes, parecem ficar sem ânimo ou em letargia, deixam de comer bem ou têm pulsações rápidas e visíveis no peito.
Os primeiros episódios podem produzir-se entre os 10 e os 25 anos. Os episódios típicos começam de modo repentino, muitas vezes durante um exercício. Podem durar só alguns segundos ou persistir durante várias horas, raramente mais de doze horas. Numa pessoa jovem e aparentemente com um bom estado de saúde, os episódios produzem poucos sintomas, mas as taquicardias são incómodas e provocam stress, podendo originar desfalecimento ou insuficiência cardíaca. A taquicardia transforma-se por vezes em fibrilhação auricular. Esta última é particularmente perigosa em cerca de 1 % das pessoas que sofrem da síndroma de Wolff-Parkinson-White, devido a que a via acessória pode conduzir os impulsos rápidos para os ventrículos com maior eficácia do que o normal. O resultado é uma velocidade ventricular muito rápida, que pode ser mortal. Não só se trata de um coração muito ineficaz por bater tão rapidamente, mas também a frequência cardíaca acelerada poderá progredir para uma fibrilhação ventricular, que leva à morte de imediato.
O diagnóstico da síndroma de Wolff-Parkinson-White com ou sem fibrilhação auricular efectua-se através de um electrocardiograma (ECG).
Tratamento
Os episódios de arritmia costumam ser interrompidos através de uma ou de várias manobras que estimulam o nervo vago e, como consequência, reduzem a frequência cardíaca. Estas manobras, sob controlo médico, consistem em efectuar esforços semelhantes aos da evacuação, em esfregar o pescoço precisamente por baixo do ângulo do maxilar inferior (o que estimula uma zona sensível sobre a artéria carótida chamada seio carotídeo) ou em mergulhar a cara dentro de um recipiente com água muito fria. Estas manobras têm melhores resultados quando se efectuam mal começa a arritmia. Se não surtirem o efeito desejado, administram-se fármacos, como o verapamil ou a adenosina, por via endovenosa para deter a arritmia. Para a prevenção a longo prazo dos episódios de taquicardia administram-se outros fármacos antiarrítmicos.
Pode administrar-se digoxina a lactentes e a crianças menores de 10 anos para suprimir os episódios de frequência cardíaca acelerada. Os adultos não devem tomar digoxina porque acelera a condução na via acessória e aumenta os riscos de uma fibrilhação ventricular. Por esta razão, a administração do fármaco interrompe-se antes de alcançar a puberdade.
A destruição da via acessória através da ablação com cateter (fornecendo energia de radiofrequência através de um cateter introduzido no coração) resulta eficaz em mais de 95 % dos casos. O risco de morte durante o processo é inferior a 1 em cada 1000 pessoas. A ablação com cateter é particularmente útil nos doentes jovens; caso contrário teriam de enfrentar um tratamento por tempo indefinido com fármacos antiarrítmicos.
Infelizmente Diabetes não tem cura, porém pode ser facilmente controlada,
 para tanto deve o paciente tomar as medicações prescritas pelo seu médico regularmente, ter bons hábitos alimentares. Mudar o estilo de vida deve ser o primeiro passo do diabético, praticando assim atividades físicas regulares e estabilizando seu metabolismo.
Já que a cura parece ser algo inantingível – Pesquisas científicas descobriram que a maior parte dos diabéticos, após mudarem seu estilo de vida e desfrutarem de uma melhor qualidade de alimentação, em poucos meses entenderam como meta alcançada e voltaram ter os maus hábitos antigos, colocando de lado as orientações dietéticas por apenas sentirem-se melhores e pré-dispostos. Esse é um erro muito grave que pode no futuro prejudicar o organismo deixando sequelas que bons hábitos levarão muito mais tempo para serem válidos.
Deve-se seguir rigorosamente as orientações médicas, não deixando de tomar as medicações e seguir as diétas prescritas, sem antes avisar o médico. Esse é a melhor pessoa para responder as dúvidas e orientar o paciente, corretamente. SOMENTE O MÉDICO poderá realizar o diagnóstico.











 Pois acredito que essa história de aprendizado, sofrimento e vitória chegou ao fim. Quero apenas agradecer a Deus por nos proporcionar um final feliz nessa luta árdua. Em nome de Jesus Cristo agradeço Senhor e que assim seja por toda nossa vida, AMÉM! SOMOS GUERREIROS!!!!
OBRIGADO MEU DEUS PELA CURA QUE O SENHOR NÒS DEU A TODOS NOS ARTISTAS E A NÓS PESSOAS COMUM